Ephel Duath na fábrica do som
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Ephel Duath na fábrica do som

Apesar de ser uma noite de uma final de futebol não afastou o público para mais um evento organizado pela Amplificasom, que nos tem apresentado bandas irreverentes e cheias de qualidade, que se calhar outras organizações não se arriscariam a trazer a terras Lusas.
A vinda dos italianos Ephel Duath para uma data única (concerto de Cascais cancelado) trouxe á Fábrica de Som não só seguidores,mas como alguns curiosos dentro da música extrema e de outras áreas que não o metal.
Com 10 anos de carreira e algumas mudanças de formação , com 3 albúms originais e 2 de remisturas, os Ephel Duath caracterizam-se pelo seu Avantgarde jazz metal com trechos de fusão, funk, hardcore, funk electrónica, dando asas à imaginação de todos aqueles que procuram sons mais progressivos e extremos.
Faltavam alguns minutos para a meia noite quando os Ephel Duath, apresentando-se num trio , vocalista, guitarrista e baterista e para a delicia dos presentes inciaram o seu Caos musical e hipnótico com “New Disorder” de Pain necessary to know(2005) e My glass shelter do tão aclamado Painter´s Palete (2003) e daí para a frente assistiu-se a um desfilar de temas com uma proximidade muito próxima do público, tornando-se num concerto intimista que o lunático vocalista Luciano se encarregou de acolher todos aqueles que se deslocaram para os ver.
Houve tempo para a estreia de 3 temas do albúm “Through my dogs eyes” a sair brevemente, e pelo que se ouviu os Ephel Duath, continuam ríspidos e esquizofrénicos O ponto alto da noite foi sem dúvida quando se ouviu os primeiros acordes de “Passage”, talvez o melhor tema que Ephel duath possui , provocando agitações no público levando mesmo o Vocalista a fazer stage Diving e a navegar por alguns momentos nas mãos lusitanas ,enquanto se destilavam riffs psicadélicos e jazz de David Tiso acompanhado pelo seguro baterista Andrea Rabuini, que para o espanto de todos estava a tocar por pauta mas que mesmo assim demonstrava uma enorme segurança na sua prestação.
Como era de esperar o público sedento e conquistado pelos italianos, não os deixou sair do palco sem antes fazerem um encore, apesar de terem repetido dois temas, mas pelo sorriso de satisfação no final do concerto não se importaram , ninguém estava descontente por ter sido um reportório pequeno e pela falta de um baixista e também do excelente Ex-Baterista David R..
A abertura fiou a cargo dos Missing Dog Head, um trio Jazistíco composto por dois guitarristas austríacos e um baterista português, Gustavo (Genocide, Lost Gorbachevs) ocupando o lugar dos Lost Gorbachevs que devido ao nascimento do filho do saxofonista não puderam tocar . Os Missing Dog Head apresentou-nos meia hora de um jazz instrumental com uma técnica fenomenal e que se enquadrou perfeitamente nos presentes que aplaudiam cada espasmo que os guitarristas provocavam e que serviu de apetitoso aperitivo para complexidade dos Ephel Duath
www.myspace.com/ephelduath

Foto por Rui A Cardoso Aka Snyper


Set Fornecido peos Ephel Duath
Report por Miguel Vieira(Mi-13)
Re: Ephel Duath na fábrica do som
Por muita pena minha eu não fui, mas vejo que fizes-te um belo retrato do concerto.
Re: Ephel Duath na fábrica do som
flylinks wrote:Por muita pena minha eu não fui, mas vejo que fizes-te um belo retrato do concerto.
Thanks :d , que venham cá outra vez :P
Re: Ephel Duath na fábrica do som
lilly wrote:Perdi este concerto
è Pena , foi mto porreiro mto intimista, de certeza que voltam cá outra vez, eles gostaram mto de cá tocar







