REPORTAGEM- Festival MEO Marés Vivas 2013 | 19 de Julho

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REPORTAGEM- Festival MEO Marés Vivas 2013 | 19 de Julho

Post by MI-13 on Thu Jul 25 2013, 02:48

REPORTAGEM
2º DIA MEO MARÉS VIVAS





19 de Julho 2013
Praia do Cabedelo - Vila Nova de Gaia

Line Up: Happy Mess; Marcia;  Orelha Negra; La Roux; James Morrison;David Guetta
Reportagem realizada por:
Texto: Miguel Vieira
Fotos: Sandra Manuel


f]Com a noite anterior esgotada caminhava-se neste 2º dia para um dos dias com maior variedade de sonoridades.
Coube aos
Happy Messabrir o Palco Santa Casa, liderados por Miguel Ribeiro (pivot e Jornalista da Sic) mostrar o seu indie-pop dos anos 80.
Tarefa não muito fácil visto que o público era escasso, mas aos poucos a curiosidade de ver esta diferente faceta do jornalista ainda atraiu algum público para junto do palco.
Podemos ouvir temas do Ep “October Sessions “ deste grupo de amigos como eles próprios gostam de se intitular, tendo o seu momento mais aclamado foi com o single “Morning Sun”que se tem tornado um sucesso.









A artista que se seguia no palco da Santa Casa Marcia tem sido nos últimos anos uma artista em ascensão e era impossível passar despercebida  quando os primeiros acordes de “Cabra Cega” se fizeram ouvir.
A sua voz  doce é viciante e a sua presença traz serenidade a quem a ouve e nada mais indicado de que o tema “Ninguém passa um mau bocado”.
Apesar de este ano o Palco Santa casa não ter muita afluência de público pelo menos enquanto
Marcia actuou foi a maior afluência
Sozinha e sem munição em palco  interpreta “Pele que há em mim” tema esse gravado com JP Simões
Um concerto que passou a voar e que se baseou em temas dos álbuns “Dá” e “Casulo” conseguindo criar um ambiente bastante intimista e sereno.











Era altura de abrir o palco Meo e nada melhor para o fazer com os
Orelha Negra, projecto de músicos de renome  e ecléticos gozam já de alguma popularidade.
A miscelânea de estilos como Hip-Hop, Jazz, Funk, Soul resulta numa sinergia cativante e fresca para quem aprecia estas sonoridades.
O uso e abuso de samples é uma mais valia nos
Orelha Negra combinados com uma “banda real” torna tudo bem mais fluído ao vivo.
Sam the Kid fartou-se de puxar pelo público ao qual responderam de forma efusiva, dançando ao som de samples de “hits” de outros tempos, como Mc hammer, Kris Kross, House of Pain, cumprindo assim a sua missão de aquecer o palco
Meo.







Se com a actuação dos Orelha Negra o público tinha mostrado sinais que estava ali para se divertir e especialmente dançar com isso o pop synth dos La Roux entrou muito bem nos presentes.
Nada melhor do que “In for the kill” para começar o concerto, tem bastante conhecido e que tem sido hábito abrir os seus espetáculos.
Elly Jackson é uma figura vistosa que espalhou energia durante toda o concerto, sempre muito activa, elogiando sempre os portugueses mas sem exageros.
O público acompanhou sempre toda a energia vinda do público com os conhecidos “I´m not your toy”,”Quicksand “, mesmo nos temas novos que estarão presentes no futuro álbum.
Fecharam em grande a atuação com dançante “Bulletproof” com todos a dançar efusivamente.









Em palco ainda se preparava os últimos detalhes, quando como  já tinha acontecido ano passado, o quarteto mais conhecido da
Rádio Comercial Nuno Markl, Vanda Miranda, Pedro Ribeiro e Vasco Palmeirim subiu para interpretar o hino marés vivas.
Grande momento ainda para o “boatsurfing” de
Vasco Palmeirim, que decidiu “navegar “ desde o palco até à mesa em cima de um barco insuflável, provocando assim a euforia.




Se o público estava animado então ainda mais ficou com a entrada do tão esperado
James Morrison. Pela forma efusiva como foi recebido percebia-se o porquê de tanta afluência de público feminino, estavam lá para o ouvir.
James percebeu isso e com voz suave e acompanhado de um banda super competente, destacar o coro feminino, transformou o ambiente festivaleiro num concerto cheio de momentos românticos, encantando especialmente o publico feminino .
Através dos clássicos como “ Beatifull life, “ Broken Wings”, “ Wonderful World” embalou a plateia que já estava rendida à simpatia do Britânico, fazendo com que o seu soft rock-pop encaixasse bem no meio de outras sonoridades.
Para o final estava guardado “You´ve got something” cantado um uníssono por todo o recinto do Cabedelo arrepiante, sentimental e apaixonante.















Estava tudo a postos e algo ansiosos para o concerto da noite com o conhecido
DJ David Guetta com o recinto completamente esgotadíssimo.
Desde o primeiro segundo todo o festival de uma ponta à outra se transformou numa Rave à beira rio, o pó levantou-se rapidamente com os saltos e as danças dos 25 mil presentes nesta noite.
O volume de som e os graves eram de tal intensidade que todo o chão tremia, como se de um terramoto tratasse especialmente no momento em que se ouviu o tema “Song 2” dos
Blur.
As suas tão conhecidas misturas de House, Tecno e até mesmo de Dubstep foram electrizantes, ao som de “Titatinium”, “She wolf”;”Right Now” e “Memories fizeram as delicias de todos os que se mantiveram até depois das 3h da manhã

Entre efeitos de luzes, fumo e fogo,
David Guetta fez com a sua actuação fosse memorável, convencendo mesmo alguns que apreciavam o Dj, mas que ainda puderam dar um pézinho de dança .
Resumo One man band que quer se goste ou não, sabe realmente dar um bom espectáculo num 2º dia eléctrico.













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